Mudança de endereço

Oi pessoal, mudei de endereço virtual, agora estou no

www.frutodevez.blogspot.com


Este bloguinho tão querido registrou muitos momentos, bons e ruins, da minha vida, mas agora é hora de mudar.

Porém, este espaço continuará no ar, parado neste último post. Não é um adeus, é um convite para novos rumos.

Um beijo pra vocês!



Escrito por Elizabeth Maia às 16h43
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Feriadão... o último do ano!

Gente,

Tô doida pra abandonar essa vida de zip.net e abrir um blogspot pessoal, porque o meu outro blogspot é só pra falar de música. Mas, sou tão apegada à isso aqui...

Bem, quem aproveitou tá beleza, quem não aproveitou o feriado prolongado, só no natal. Pelo menos aqui em Brasília o calendário para o resto do ano é de trabalho e mais trabalho, sem mais nenhum feriadinho prolongado. De certa forma eu não proveitei nem um dos dois últimos porque tive que trabalhar, como está acontecendo hoje. Se bem que trabalhar não é o melhor termo, porque aqui não tem absolutamente nada pra fazer...

Então tô mexendo aqui com um projeto de classificação e temporalidade dos processos.. coisa mais burra.. Já disse que não dá certo, mas o povo insiste em complicar o que está simples. Eu gosto que a vida seja fácil e prática, ams tem gente que gosta de complicar. A única coisa boa nisso tdo é que posso chegar aqui no trampo e ler meus livrinhos técnicos sem ser incomodada.

Quarta-feira passada, vésera de feriado, eu e uma galerinha da UnB fomos para uma super festa. Eu, o Paulo, a Lai, o Edu, Danielzão, Sérgio (e um primo dele), Clarinha, Ana Cláudia (e uma amiga dela), Drica e Gabriel, nos divertimos muito ao som da super Joy Band. A galera pirou com o festão. E eu tô pirando com a prova de estatística da semana que vem. POr isso, tô indo nessa... cuidar da via que a morte é certa... um dia.

Não antes de colocar umas fotinhas da festa. Bjos pra vcs.

Bom final de semana. Aproveite a vida.



Escrito por Elizabeth Maia às 23h09
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Há dias tô querendo mudar este template, mas não encontro tempo nem pra mudar o meu template... Mentira, semana passada eu dei uma melhorada no cabelo... Enfim.

Amanhã tem uma festinha bacana e eu vou me divertir com meus amigos.

Um beijo pra vocês. Aproveitem o feriado.

Escrito por Elizabeth Maia às 20h00
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Minha data de nascimento

Oi gente!

Como estão? Aff... o ano tá passando tão rápido que eu não tô conseguindo aconpanhar o calendário.

Há alguns dias eu tenho trabalhado no diagnóstico do acervo do jornal-laboratório "Campus", o mais antigo do país, neste segmento. Pra mim tem sido uma experiência maravilhosa, pois terei a oportunidade de montar todo o projeto sozinha, mas com a supervisão de uma professora da Arquivologia. O trabalho é um barato. Tô entrando em contato com boa parte da história da Universidade de Brasília, que se confunde muito com a própria história da cidade. Passo a tarde toda tranquila, mexendo com informação, com história. Tô adorando.

Dia desses eu peguei o exemplar do Campus que saiu em dezembro de 1981 (mês e ano em que eu nasci), e olha só as principais manchetes:

1. Ouro Preto quer proteção mundial para sobreviver - Na época, a cidade queria receber da Unesco o título de Monumento Mundial;
2. Morrer em Brasília custa mais caro - falando dos preços exorbitantes cobrados para enterrar um morto no cemitério "Campo da Esperança", único cemitério do Plano Piloto. O artigo também fala que as principais causas mortis são doenças pulmonares e cardíacas, desmintindo os rumores que o cemitério era habitado por vítimas de acidentes de automóveis e suicídios;
3. Classe média já não pode pagar imóvel no Plano - mostra custo elevado dos imóveis na região central de Brasília. Realmente, até hoje o metro quadrado Plano é um dos lugares mais caros do Brasil.

Animador, não?

Outra coisa curiosa é que desde a década de 70 são constantes as reportagens falando que Brasília é uma capital marcada por pessoas que sofrem de solidão e depressão, e falando do alto índice de suicídios daqui.

Que coisa medonha! Aí está uma capital que eu não conhecia.

Eu amo morar aqui. Mas, uma coisa é fato: esta é uma cidade muuuuuito difícil para fazer amigos, conhecer pessoas, integrar-se.

Um beijo!

Escrito por Elizabeth Maia às 17h32
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Esta semana, dia 13 de maio de 2008, a abolição da escravatura no Brasil completou 120 anos.

A assinatura da Lei Áurea, pela princesa Isabel, em 13 de maio de 1888 garantiu que os negros fossem libertos do trabalho escravo, no Brasil. Eles saíram das senzalas e não encontraram um lar. Encontraram um esboço de país, que eles teriam que chamar de seu.

A princesa portuguesa não garantiu terra, não garantiu educação, nem saúde... Não providenciou absolutamente nada a esse povo que foi brutalmente arrancado da sua casa, para trabalhar forçadamente na exploração de uma nova terra. Os que vieram da Europa não investiram nada, só sugaram esse país onde houvesse possibilidade de se extrair algum bem. Estupraram um povo, colocaram-no nesta terra, que hoje chamamos Brasil, para que eles a estuprassem.

E você acha que o resultado de toda essa violência poderia dar certo?

Queria colocar uma imagem, mas não achei nada que fosse adequado. Nada para ilustrar essa vergonha.



Escrito por Elizabeth Maia às 12h22
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Desatualizado demais, né? Bem, vamos ao que interessa (ou não... )

E aê? Como vão? Eu vou bem. Semana passada foi muito agitada e eu precisei correr atrás do prejuízo. Sempre dou muito tempo para as coisas da faculdade, do meu marido e minha casa. Durante o semestre letivo é normal que eu apareça por aqui menos do que eu gostaria, mas vida de estudante universotário é assim mesmo... Não adianta só ir pra aula. Tem que aproveitar o tempo pra se dedicar. Tenho alguns "colegas" que levam "nas coxas", mas eu não sou assim. Já que de qualquer forma é difícil e sacrificante, o melhor é aproveitar o máximo que for possível, para aprender, entrar em contato com informações, coisas e pessoas interessantes. Mas é preciso se divertir também com o que a universidade trás.

Por exemplo, quinta-feira passada eu fui numa festa "degustação" que é oferedica para comissões de formaturas escolherem produtos e serviços. A festa foi ótima. Tinha muita comida, bebida e música, como toda boa festa tem que ter. E eu aproveitei tudo, com equilíbrio. Estava na excelente companhia dos meus colegas Aline, Ritinha e Ralf, e com meus amigos Marcos e Queline. Cheguei à conclusão de que pra fazer uma festa assim... maravilhosa... tem que gastar muuuuuuuuuuuuiiito dindin!

Bem, tenho pensado na identidade da mulher casada, o que tem que mudar depois do casamento e o que realmente muda... Depois que casei, acho que fiquei ainda mais desbocada... ainda mais livre... Mas, ainda não consegui ser mais disciplinada. Algumas coisas realmente mudam: eu nunca li tanta reista de decoração, tomei gosto pela coisa! Vejo plantas de casas, procuro apatamentos, sonho com a casa ideal (porque apesar de já ter um apartamento, eu quero sempre melhorar). Outra caracterpistica de mulher casada: me interesso por dicas de organização e higiene da casa, dos móveis, da cozinha.. Me interesso um pouco por culinária, entendo mehor os eletrodomésticos, as novas tecnologias que melhoram a gestão do lar, os utensílios de cozinha... e essas coisinhas. Outra coisa que não mudou: continuo sem querer ter filhos (pelo menos pelos próximos seis anos). ALiás... Filho é uma coisinha maravilhosa, mas não deve ser colocado neste mundo doido de maneira impensada e não planejada. Deus me abençoe para que eu não caia na armadilha do "foi-sem-querer-querendo". Ñão quero que venha uma criança por causa de vacilo meu e do meu marido.

As pessoas mudam o comportamento com uma mulher casada, menos os mais chegados. E isso tem me levado a pensar. Mas, isso é assunto pra um outro post...

Antigamente eu pensava que era horrível ser casada. Na minha cabeça as aliançadas tinham que ter conta conjunta, só iam em eventos "sociais" acompanhadas com os maridos, só podiam ter email, orkut e msn em conjunto... ou seja: eu achava que mulher casada era uma couve-flor, que era carregada pelo marido pra lá e pra acolá... sempre sorrindo, com aquela cara de comercial antigo de pasta de dente, onde as donas de casa esbanjavam um sorriso pra lá de amarelo... Aff... adolescente imagina cada coisa, né? Depois que eu casei e vi que eu continuei a mesma Beth de sempre: desbocada, franca, indisciplinada e carinhosa... Não melhorei na cozinha (ate melhorei, mas nada que eu possa culpar o casamento... continuo cozinhando raramente...), não uni as contas bancarias, nem msn, nem orkut, nem mais nada... Graças a Deus. Dividir o mesmo teto já é tão complicado. Mas é gostoso. :)

Bem, tô indo nessa. 



Escrito por Elizabeth Maia às 12h21
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Este fim de semana eu assisti algumas vezes um dvd que, no meu humilde julgamento, é um dos mais bonitos já feitos no Brasil. Falo do "tempo, tempo, tempo, tempo" (Biscoito Fino), gravado no CIE Music Hall, em São Paulo, em comemoração aos 40 anos de carreira da Maria Bethânia, dona da voz mais significativa e diferente do Brasil. Pra mim, não existe voz tão singular, timbre tão marcante, personalidade sonora tão específica quanto a dela.

Dentre muitos artistas, muitas cantoras e músicos maravilhosos que o Brasil já viu nascer nessas terras, Maria Bethânia se destaca com sua poderosa voz e presença de palco, a doçura da sua fala quando recita poesias... Na sua obra não vejo a tendência mercadológica de se unir aos modismos da música, nem à modernidade dos estúdios (não que isso seja ruim, pelo contrário)... mas, o que me parece é que a essência musical dela, marcada pelo regionalismo com elegência e o repertório recheado de canções lindíssimas e marcantes na história da música brasileira, basta para fazer com que nós fãs sejamos sempre fiéis, cativos à sua voz, e à sua musicalidade. Não há dinheiro no mundo que pague por talendo tão expressivo. Eu ainda terei a discografia completa. Minha próxima aquisição: Maria Bethânia e Omara Portuondo. Perdi esse show aqui em Brasília porque os produtores pensam que aqui só mora magnata...

Vida longa pra você, Bethânia. Que meus filhos e as próximas gerações tenham o privilégio, o deleite de te ouvir cantar.

Para conhecer melhor este disco, clique aqui.



Escrito por Elizabeth Maia às 13h12
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Oi gente!

Já tem um bom tempo que eu deixei de escutar voluntariamente as músicas do Legião Urbana. Quando eu cheguei em Brasília, entendi a razão do título "Capital do Rock", apesar que hoje eu acho que essa fama já se perdeu, ficou lá nos meados dos anos 80 e, talvez, 90.

Bem, eu conheci a obra do Legião a partir de 1996, ano da morte do Renato Russo, e talvez tenha sido exatamente a sua morte que estimulou a minha curiosidade para essa música. Nos anos que se seguiram eu ouvi muito. Ouvi a ponto de saturar. Mas hoje, me sinto como o cara que grita por socorro, quando canta: "Quero colo. Vou fugir de casa. Posso dormir aqui com vocês? Estou com medo. Tive um pesadelo..."



Escrito por Elizabeth Maia às 11h37
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Certas dores nunca passam. Certas problemas nunca se rosolvem. E algumas brigas nunca serão apaziguadas, simplesmente porque essas coisas não dependem de você. Então, ou acostume-se, ou caia fora!


Hoje, ouvindo o disco "High Times" do Jamiroquai, lembrei de todos os sonhos que eu tinha na adolescência e de toda a coragem que eu tinha de brigar por cada um deles.

Agora estou aqui, me perguntando, em que parte do caminho eu deixei que eles caissem dos meus braços super protetores. E me pergunto também por que foi que eu canalizei tanta energia nas coisas que eu achava que eram certas, e eram as erradas. Eu quis pegar um atalho, e me perdi no meio da caminhada.

 



Escrito por Elizabeth Maia às 20h39
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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Música
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