Ah, gente! Esqueci de dizer que ontem voltei à endócrino para ela ver o andamento da minha redução de peso... Emagreci 5 kg, em dois meses, comendo coisinhas verdinhas (de vez em quando), fechando a boquinha, fazendo o possível para sair do sedentarismo, e tomando remedinhos COM ACOMPANHAMENTO MÉDICO! Em breve sairei do estado "fofa" e serei magrinha novamente. :) Iupii!!! Hoje sou uma mulher com 1,70m e 72 kg. Minha meta: 60 Kg.

Quero reforçar aqui a importância de ser acompanhada por um profissional sério e competente, fazer os exames direitinho, comer uma comida saudável (eu peco um pouco nisso) e fazer uma atividade física regular (eu também peco nisso, mas estou melhorando).

Fuja das dietas malucas e das drogas doidas que oportunistas vendem por aí. Beijos!



Escrito por Elizabeth Maia às 13h04
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Você já teve a sensação de que perdeu excelentes oportunidades de ficar calada na sua vida? As vezes nem foi por algo que você falou, mas o conjunto de erros que te levaram a falar, na hora errada, com a pessoa errada, da forma errada. Ou seja, você já passou por este festival de erros? Eu passei por erros homéricos relacionados à verborragia. Verdadeiras e colossais gafes, por causa de uma língua que não se aquieta dentro da boca, ou dedos nervosos que não conseguem se acalmar na frente de um teclado.

Quando isso acontece tenho vontade de cavar um buraco na terra e ficar enfiada lá para sempre. Mas, o melhor a fazer é, se possível, pedir desculpas e reconhecer o erro. Se não for possível, fique na sua, sentindo o gosto amargo do arrependimento corroedo seu fígado e seus nervos. Porque eu me sinto assim: parece até que matei alguém e fui pêga no flagra.

Fica a lição: antes eu não pensava antes de falar. Agora eu penso, mas ainda não é suficiente. Tenho que pensar mais e, na dúvida, fico calada.



Escrito por Elizabeth Maia às 09h51
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Sobre os sonhos

Eu, normalmente, não gosto de ter sonhos, aqueles que a gente sonha durante a noite (porque durante o dia este é o meu exercício predileto). Eu sempre tenho a sensação que se eu sonho a noite o meu cérebro não descansa, logo, durante o dia, não trabalha bem disposto.

Vi em algum lugar que nosso cérebro produz milhões de sonhos enquanto dormimos, e que apenas uma mínima parte deles fica "disponível" na nossa memória. O fato é que esta noite tive um sonho (ou terá sido um pesadelo?) intrigante.

Sonhei que eu via um menino (entre 8 a 10 anos de idade) caminhando, durante o dia, numa longa estrada. De um lado havia um pasto cercado, de outra haviam árvores que faziam belas sombras na pista de barro batido. No outro estremo da pista, caminhando em direção contrária, vinha um bicho (depois saquei que era um urso gigantesco). No meu referencial, via o menino de costas, mas ouvia, palavra por palavra, o que ele falava. Não vou me lembrar agora o que ele disse, mas era algo sobre lutar, dia após dia, pelo seu sustento, pela realização das coisas que ele queria que acontecesse. Quanto mais o urso se aproximava, mais o tom da voz do garoto me parecia gutural e ameaçador. Quase no momento do encontro do menino com o urso, ouvi ele falar algo tipo: "vou alcançar tudo, nem que pra isso seja preciso matar um urso". e depois de falar isso, vi o garoto de frente, enquanto ele sacava uma faca de dentro da bermuda, e esfaqueava o urso enorme, até que ele estivesse totalmente destroçado, vencido. Vi o menino banhado em sangue, dos pés à cabeça, gritando com os braços abertos. e eu não sabia dizer o motivo de toda a quela gritaria.

Acordei em desespero. Tive muito medo. Depois voltei a dormir, vencida pelo cansaço. Mas esse sonho não me sai da cabeça.

Desejo a todos vocês uma semana de muitas vitórias. Desejo que não seja preciso matar um urso por dia para você conseguir o que quer.

Um beijo.



Escrito por Elizabeth Maia às 13h10
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Sobre o caso Isabella e a tv brasileira

Gente, estava navegando na internet para obter informações sobre o projeto de digitalização do acervo de programas da TV Cultura, e acabei de ler um post no blog do senhor Jorge da Cunha Lima (membro vitalício do Conselho Curador da TV citada), que fala como eu me sinto com esse estupro à privacidade que virou o caso da morte da menina Isabella Nardoni, em São Paulo. Por isso, peço licença para publicar aqui o que foi escrito lá.

"Chega de consumir Isabella - Mídia vergonhosa para tiranos enrustidos

Quando um idiota em frente à casa onde estavam o pai e a madrasta de Isabella, acendeu a velinha de um bolo para comemorar o aniversário da menina morta, percebi com dor que as coisas passaram do limite.

Finalmente a televisão comercial, capitaneada pela GLOBO, conseguiu a interatividade que a televisão persegue faz tanto tempo. Nem as novelas, nem o BBB foram tão longe. Foi necessário que uma menina de classe média, joguete emocional entre a mãe, o ex-marido e a madrasta fosse jogada semi-viva da janela de um apartamento de classe média, para que as televisões farejassem, como corvos, a audiência que se vende a preço de ouro. Delegados e promotores que deveriam silenciar em respeito à liturgia jurídica, foram prazeirosamente expostos como personagens de novela. Familiares e amigos que deveriam respeitar o luto e os sentimentos de toda uma sociedade, exibiram-se diante das câmeras, sem qualquer pudor. O casal sobre o qual ainda não há veredito de juiz nem de juri, foi condenado a priori, pelas delgacias, pelo público sedento de vingança, sob o alto patrocínio da midia, que solta seus balões mas não confere as consequências, como o infortunado sacerdote que se investiu de Peter Pan num balão de bexigas coloridas.

Triste espetáculo de tiranos enrustidos posando para as televisões como juizes vingadores. Não parecem, esses aglutinados de porta de cadeia, ter o mesmo impeto justiceiro quando morrem dezenas de menores pobres em cada fim da semana na periferia, sem cobertura de televisão.
Justiça para eles é o minuto de triunfo em que aparecem nos telejornais, sem perceber que são figurantes gratuitos de um espetáculo que só traz benefícios para os seus produtores.

Chega.

Tudo o que aparece nos telejornais sobre o triste e trágico assassinato de uma menina que sorria como todas as crianças, é uma afronta póstuma à sua dignidade humana. E é ainda um desrespeito permanente aos principios propostos pela Constituição para o funcionamento de uma televisão."

Quem quiser ler o texto na fonte, ou conhecer o blog do autor, clique aqui.



Escrito por Elizabeth Maia às 22h03
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E-mail engraçadinho sobre ser homem

50 MOTIVOS PARA GOSTAR DE SER HOMEM

  1. Uma viagem de cinco dias requer apenas uma mochila.
  2. Conversas telefônicas acabam em 30 segundos ou menos.
  3. Nada de filas para o banheiro.
  4. Você consegue abrir as tampas dos potes.
  5. Ao passear pelos canais da TV, você não tem que parar quando vê alguém chorando.
  6. Todos seus orgasmos são verdadeiros.
  7. Você não tem que carregar uma bolsa cheia de tralha para cima e pra baixo.
  8. Você pode ir ao banheiro sem um grupo de apoio.
  9. Se seu trabalho é criticado, você não fica achando que todo mundo te odeia.
  10. Você economiza tempo e dinheiro lavando a roupa de 3 em 3 semanas.
  11. Fazer sexo não deixa você preocupado com sua reputação.
  12. Se alguém esquece de convidar você para alguma coisa, é apenas um esquecimento, e não evidência de que te odeiam.
  13. Não tem que fazer a barba abaixo do pescoço.
  14. Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de fazer você chorar.
  15. Se você tem 34 anos e é solteiro, ninguém liga.
  16. Chocolate é um alimento como qualquer outro.
  17. Flores não resolvem tudo.
  18. Você não tem que se preocupar em "ferir os sentimentos" dos outros a cada telefonema pronunciado.

  19. Você consegue estacionar em vagas que tem menos de 2.5 vezes o comprimento do seu carro.
  20. Ana Maria Braga inexiste no seu universo.
  21. A revista "Caras" inexiste no seu universo.
  22. Você não tem compulsão de arrumar sua casa inteira em 15 segundos quando alguém toca a campainha.
  23. Os mecânicos te dizem a verdade.
  24. Você está se lixando se alguém percebe ou não que você cortou o cabelo.
  25. Se você está assistindo a um jogo com um amigo seu e ele está no mais absoluto silêncio por 45 minutos, é porque o jogo está bom, e não porque ele está de mal com você.
  26. O mundo é seu mictório.
  27. Você não depende do seu cônjuge para programar o DVD.
  28. Cera quente e suas partes íntimas estão sempre a uma distância respeitável.
  29. Cabelos brancos e rugas somam charme.
  30. Ninguém fica olhando para seu peito enquanto conversa.
  31. Você tem um relacionamento absolutamente normal com sua mãe.
  32. Você pode comprar camisinhas sem que o balconista faça aquela cara de "visão de raios-X".
  33. Se você diz que vai ligar para um amigo e não liga, ele não fica choramingando e os outros não formam um comitê para solucionar o problema.
  34. Você não tem medo da velhice.

  35. Você não tem que dispensar uma oportunidade de fazer sexo.
  36. Filmes pornô são projetados especificamente para sua mente.
  37. Você não tem que se lembrar dos aniversários de casamento e nascimento de todo mundo.
  38. Ter antipatia por ela não o impede de fazer sexo com ela.
  39. Quando se encontra com os amigos, você sabe que não vai enfrentar a frase "Então, está notando algo diferente em mim?".
  40. Seus amigos não o obrigam a falar sem ter sobre o que falar.
  41. A continuidade do Universo não depende da roupa de cama ser trocada todo dia.
  42. Ter barriga não o impede de usar camiseta.
  43. Você se diverte com listas politicamente incorretas na Internet que deixam elas espumando de raiva.
  44. Quando elas fazem uma lista esculhambando os homens, você também se diverte.
  45. Você não tem um chilique se acha a tampa da privada levantada - e se ela está abaixada você simplesmente a levanta.
  46. Por mais imundo que você esteja, tomar banho e arrumar-se integralmente para sair leva só 7 minutos.
  47. Você não precisa experimentar 9 roupas para escolher 1 para sair.
  48. Você percebe quando um pneu fura.

  49. E um pneu furado não o coloca em pânico absoluto à espera do apocalipse imediato.
  50. Você tem saco para coçar quando não está fazendo nada.

E nós mulheres só temos estes e-mails ridiculos e enormes pra ler e repassar... hihihihihihi. Bjo pra vocês e bom final de semana!



Escrito por Elizabeth Maia às 12h33
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Genteeeemm... Que vontade de mudar de servidor de blog!!! O Zip.net demora horrores pra abrir os vídeos!

Estou testando o vox. Clique aqui pra dar uma espiadinha lá.

Bjokas



Escrito por Elizabeth Maia às 22h18
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Algumas considerações

  1. Penso que os inventores poderiam criar um aparelho que, acoplhado ao ouvido, poderia "desligar" a nossa função auditiva, ou enviar apenas as freqüências sonoras necessárias para que este órgão funcionasse corretamente. O objetivo seria nos poupar da verborragia de alguns colegas de trabalho. Eu realizaria minhas tarefas com maior concentração e sem me irritar com a ignorância e a arrogância alheia. Seria o paraíso, não é mesmo?
  2. O melhor sono é aquele que é interrompido na hora que o despertador toca. Não é mesmo? Já percebeu que nada que te acorde irrita mais que o despertador? Ah... dormir cedo não adianta. O ideal seria acordar naturalmente... no meu caso isso aconteceria lá pelas 10h... Ou seja, eu tenho que arrumar um trabalho que me permita acordar tarde.
  3. Todo dia eu encaro um engarrafamento enorme (padrão Brasília). E todo dia o motorista tenta pegar um caminho "alternativo" que também está engarrafado. OU seja, se os caminhos "alternativos" estivessem livres para o trânsito, seria mínima a probabilidade do caminho principal estar engarrafado. No fundo, quem apela por um caminho alternativo acha que ninguém teve a mesma idéia que ele, e bem mais no fundo, duvida da inteligência alheia. A propósito, outro dia vi na tv um político defendendo o "aerotrem", um sistema alemão que já foi implantado na China. Achei que a idéia é um pouco absurda para ser implantada em Brasília (afinal de contas, essa joça aqui é tombada! O que é bom e ruim ao mesmo tempo...), mas como toda loucura... pode até ser que dê certo... seria curioso...

Beijos!



Escrito por Elizabeth Maia às 12h36
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:) Rapidinha sobre o fim de semana :)

Dia 18 - Fui pro Balaio Café ver o Paulo tocar música brasileira instrumental com o Rodrigo Bezerra, E ME DIVERTI HORRORES. O Rodrigo, além de talentoso e esforçado é um cara gente boa e simpatico. Foi ótimo! Decidi que vou participar do Prêmio Sesc DF de música. Aguardem notpicias sobre isso! Além disso, voltei a escrever coisas bonitas e legais. Fiquei tão feliz em ver que ainda sai poesia da minha cabeça, apesar do tédio total do meu trabalho, das preocupações e da correria.

Dia 19 - A Gisa foi dormir na minha casa e a gente botou o papo em dia. Finalmente! Fizemos alguns planos de trabalho na área de música aqui em Brasília. Tomara que dê tudo certo.

Dia 20 - minha mãe voltou de POA. Sou doida pra conhecer Porto Alegre. Fiquei morrendo de inveja. Convidei a Kissu pra dividir um blog "literário" comigo, e ela topou. Agora vamos acertar os últimos detalhes, e trabalhar!

Dia 21 - Feriado nacional de Tiradentes. Feriado distrital em comemoração aos 48 anos de Brasília. Graças a Deus fiquei beeem longe das "festas populares" Casa cheia! O povo da facul foi lá pra casa: Dé e Queline no comando das panelas, Fred (bendito o fruto entre as mulheres rs...), Clarinha, Tati, Carol, Dricat e Val. Fizemos lasanhas, comemos, bebemos, dançamos (ao som do Monobloco), rimos muito, comemos creme de cupuaçu, assistimos um filme cult, que o nosso cineasta de plantão (o Fred) levou... foi o melhor open house que já fiz! Virão outros, com certeza. Mamis foi pra casa, em Manaus. Eu e Paulo, enfim sós. rs...

Dia 22 - Ops! É hoje! Lembrei que tenho que estudar para duas provas difíceis!!! Mas, o dia tá lindo.

Um beijo pra vocês. Tenham uma boa semana :)



Escrito por Elizabeth Maia às 12h52
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Cólicas e poesia

Oi pessoal


Estive pensando em deixar este blog e entrar de cabeça em um outro. Neste novo eu queria ser mais poética, mas para que isto acontecesse seria preciso morrer e nascer de novo... morrer e nascer de novo no meu jeito de pensar e de escrever. Especialmente no meu jeito de pensar. Acho que eu preciso de mais poesia, fantasia e romantismo no meu modo de ver a vida. Estes surtos por mudança sempre me atingem, então não se assustem se dia desses vocês chegarem por aqui e encontrarem um post dizendo "este blog mudou de endereço. Clique aqui para" blá, blá, blá.


Falando em mudança, outra coisa que não me sai da cabeça é essa vontade de mudar de cidade, ir pra um lugar mais "animado", mais "pluri", mais... mais! Sei lá... Entrei em pânico quando vi a programação da Virada Cultural lá em Sampa... Em Brasília tudo é tão caro, tão difícil, tão pequeno... Em Brasília tem de tudo, mas tem pouco (ou quase nada) de tudo, e esse pouco que existe é sempre caro e distante... Aff... já tô de um jeito que quero achar defeitos aqui, e a grande verdade é que eu gosto muito do Planalto Central, mas, já deu! Eu preciso me renovar. Eu quero respirar novos ares... nem que seja os ares poluídos de São Paulo. O Paulo queria morar no RJ, mas eu não iria me dar bem com a cultura do povo carioca... Pula essa parte!


Bem gente, eu sou quase uma velha varisenta... vivo com dores, com ziqueziras, com urticárias, com tantas coisinhas chatas... um horror! A mazela da semana foi alguma coisa que eu e Paulo comemos e não nos fez nem um pouco bem. Tivemos febre, cólicas intestinais... foi um horror! Mas agora estamos bem, viu papai?


Vou responder o que a Talita (minha nova coleguinha de zip.net) do "Meus surtos" (link nos meus favoritos) enviou pra mim - essas regras foram descaradamente adulteradas pela autora deste blog:



  • Devo fazer uma lista com 8 coisas que gostaria de fazer antes de morrer;
  • Ao finalizar devemos convidar 8 parceiros de blogs amigos. (Não sei se vou fazer isso - tô de mal com o mundo, hoje);
  • Deixar um comentário para quem me convidou;


O QUE EU GOSTARIA DE FAZER ANTES DE MORRER:




  1. Conhecer boa parte do mundo;


  2. Ter dinheiro pra realizar o item 1 com o conforto que eu mereço;


  3. Ser mãe;


  4. Ter coragem e disciplina para praticar esportes (os radicais e os normais, mas principalmente os radicais);


  5. Viver com conforto e segurança financeira pra investir na minha música;


  6. Fazer teatro, dança, artes plásticas e aprender a tocar violão e a compor decentemente (assim como o Chico Buarque já tá bom... rs...)!


  7. Aprender a escrever coisas que aquecem o coração (assim como o Amendola já tá bom);


  8. Mudar a vida de alguém do pior para o melhor... tipo... sei lá... adotar uma criança. Dar perspectiva de futuro pra alguém. Posso colocar mais coisas? Lá vai);


  9. Dar uma chácara cheinha de animais e plantas (e alguns empregados) pros meus pais curtirem a velhice;


  10. Ajudar meus irmãos sempre que eles precisarem de mim.

Pode ser que amanhã eu pense bem diferente do que eu escrevi aqui, mas isso aí é o que tem pra hoje.


Bem, gente... vou ali trabalhar um pouquinho. Não perca o texto do Gilberto Amendola, hoje, no Haja Saco.



Escrito por Elizabeth Maia às 14h31
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Galeria

Amores platônicos



Amores Avulsos




Amor de verdade


Deu pra entender a grande diferença?



Escrito por Elizabeth Maia às 22h02
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Balada armada, eu produzida, cheirosa, maquiada, cansada e já no Plano Piloto, quando os "furos" começam a aparecer:

CLARINHA: Não vou porque estou menstruada. BETH PENSA: E quem vai precisar saber disso na festa?

DRICAT: Minha avó não deixa. BETH PENSA: Enfia ela no quarto, tranca a porta por fora e joga a chave no lixo.

GISA: Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e estará sujeita à cobrança após o sinal. BETH PENSA (Já querendo mandar tudo pra aquele lugar): Porra. Vim lá do fim do mundo pra curtir uma festinha, e todo mundo me dá "sonífero"...

O jeito foi voltar pra casa e enfiar a cara na tela do computador. Mas antes, outros pensamentos da noite:

1. Essas botas por fora da calça deixam essas magrelas parecendo cavalos com polainas, em dia de parada militar;
2. Nossa! De onde vem tanta gente? Onde esse povo se esconde durane a semana?
3. Se tem tanta gente que gosta do mesmo esquema musical que eu, por que eu estou em Brasília ha tanto tempo e nunca consegui formar um grupo de amigos que tivesses esse tipo de afinidade, como na minha dolescência?
4. Acho que o problema é comigo.
5. Quero mudar de cidade.

Bem, agora eu vou dormir.

Escrito por Elizabeth Maia às 01h06
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Joguinho

Pra variar, vou olhar um pouco para o meu umbigo. Saca só:


Se eu fosse...

Se eu fosse um mês seria... Dezembro: só festa!

Se eu fosse um dia da semana seria...Sexta-feira

Se eu fosse um número seria...8

Se eu fosse uma flor seria...uma gérbera amarela

Se eu fosse uma direção seria...o Norte

Se eu fosse um móvel seria...um rádio

Se eu fosse um liquido seria...água

Se eu fosse um pecado seria... a ansiedade

Se e fosse uma pedra seria... ônix

Se eu fosse um metal seria...ouro

Se eu fosse uma árvore seria...uma videira

Se eu fosse uma fruta seria...uma banana

Se eu fosse um clima seria... hã? Clima tropical!

Se eu fosse um instrumento musical seria...um baixo acústico

Se eu fosse um elemento seria...fogo

Se eu fosse uma cor seria... Vermelho

Se eu fosse um animal seria...uma borboleta

Se eu fosse um som seria... o som de uma flauta 

Se eu fosse uma canção seria...aff... eu seria muitas canções...

Se eu fosse um perfume seria... de terra molhada, ou de frutas frescas

Se eu fosse um sentimento seria... alegria

Se eu fosse um livro seria... quem sou eu? (Não, isso não é o nome de um livro!)

Se eu fosse uma comida seria...Cupuaçu!

Se eu fosse um cheiro seria...Baunilha

Se eu fosse um verbo seria... Conseguir

Se eu fosse um objeto seria... tô cansando... um telefone

Se eu fosse uma peça de roupa seria...um vestido preto: básico.

Se eu fosse uma parte do corpo seria...Ouvidos

Se eu fosse uma expressão seria...que saco... esse troço não acaba... seria "vambora!"

Se eu fosse um desenho animado seria...a Mulher Maravilha. hahahahaha não acredito que eu escrevi isso.. hahah

Se eu fosse um filme seria...nenhum

Se eu fosse uma forma seria...de gente

Se eu fosse uma estação seria... o Verão

 

ÊÊÊÊÊÊ!!! Acabou!!!! uhuuuuu!!!!!!!!!!!



Escrito por Elizabeth Maia às 12h58
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Um papo que tinha tudo pra ser muito normal, mas que mexeu muito comigo ontem:

Eu: Mas grana não me interessa, eu só quero curtir a música.

Tunico: Pára com isso. Você tem talento para a coisa. Faz a coisa acontecer e pega tua grana. Como diz meu pai, fugir do destino é coisa de otário!

E eu fiquei pensando nisso a noite inteira...

Obrigada, meu querido. O Tunico as vezes me salva da dureza que me imponho.

Um beijo pra você.



Escrito por Elizabeth Maia às 10h51
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Tenho lido algumas crônicas, algumas poesias, e algumas porcarias, tenho pensado em algumas histórias que eu vivi e que observei de longe, e depois disso tenho pensado na origem do sofrimento amoroso. Por que tanta gente sofre de mal de amor? A vida e a arte são coisas que ora se misturam, ora se distanciam, mas na maioria das vezes, no cotidiano, se transformam em duas realidades tão conflitantes quanto os princípio físico que diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. E a manifestação artística, seja ela musical, literária e afins, registra a todo momento esses conflitos amorosos.

É isso mesmo. Vida e arte são, na maior parte da história de uma mulher e de um homem, dois corpos que não podem habitar no mesmo espaço. É uma questão de escolha, e esta escolha se dá da seguinte maneira: tem gente que prefere encarar o outro de frente, e ver que o outro é uma pessoa com as mesmas limitações, carências e dificuldades que todo mundo tem, e por isso, prefere aceitar a diferença e aprender a conviver. Normalmente essas pessoas conseguem enxergar as pessoas, sem fantasias nem floreios. 

OUtras pessoas passam a vida toda idealizando um parceiro que no fundo só existe na música na poesia, nos filmes, na arte. O problema é você depositar sua vida, seus sonhos e fantasias, suas esperanças e seu futuro na confiança de que aquele (a) parceiro (a) nunca irá te decepcionar. E é bem aí que mora o perigo da frustração. 

Aff... por que eu tô falando nisso??? Tá vendo no que dá postar enquanto trabalha, trabalhar enquanto posta? Bosta...



Escrito por Elizabeth Maia às 11h13
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Oi gente. Ok... devagar e sempre... Além de ridícula e patética, agora estou me sentindo também uma pessoa atrasada... Tô escutando pela primeira vez um dos discos da Amy Winehouse, que a Elisa compilou pra mim, e estou adorando! Ela é doidona e drogada, mas tem uma voz linda e as músicas são muito boas. Dane-se a vida pessoal dela. Meu ouvido gosta! Vamo que vamo!

Veja aqui o que jamari França do Globo falou sobre ela e sobre a Joss Stone, que é outra que eu curto muito.

Bjos, e boa música!

Caricatura do Beto Vieira. Dá um pulo no site dele clicando aqui.



Escrito por Elizabeth Maia às 23h34
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E aê!

Como vão? Eu ando me sentindo meio ridícula, não fisicamente - ao contrário, emagreci quatro quilos e tô me sentindo mais bonita - mas, em algumas coisas que eu penso, que eu sonho, e principalmente, no que eu falo, ou no que eu escrevo. Sabe aqueles dias em que você pensa que não é ninguém para emitir certas opiniões sobre coisas que você nem conhece direito. Na verdade, o que nós conhecemos a fundo? Eu não conheço nada a fundo. Quanto mais eu leio e me informo mais eu fico me sentindo tão inteligente quanto uma jaca madura... Me sinto ridícula em ter 26 anos e não saber de nada nessa vida. Não que eu me ache burra ou tenha um papo ruim, mas, se eu for analisar, sou mais uma pessoa medíocre falando baboseiras por aí, pela internet, "ao vivo e à cores", e etc.

Sexta-feira passada eu fui a um evento e me senti ridícula. Eu estava até bem bonita com meu vestidinho "recém costa-nua" azul marinho. A maquiagem estava bacana, o cabelo tava legal, a roupa bonita, estava muito bem acompanhada de um homem bonito, cheiroso e elegante (meu maridão)... mas me senti ridícula porque eu conhecia todo mundo ali, e mesmo assim me sentia uma completa estranha. Acho que o problema é comigo. E não é paranóia.  

Hoje eu estava tentando me enxergar, e vi o que pode ser patético: eu, no futuro, com 32 anos... sabe onde eu estava? Onde eu gostaria de estar hoje. Mas, se com 32 eu vou realizar meu sonho dos 26, que idade eu terei quando realizar o sonho dos 32?

Aff... deixa eu ficar quietinha até esse troço passar.  E não é TPM...

Vou colocar aqui embaixo uma crônica do Amendola, que eu adoro, que me faz perder o fôlego, porque é um texto passional, como eu.

Boa semana para vocês.

Bjo

 

"A MINHA MARCA DE XAMPU PREFERIDA
  
Amigos, decidi publicar um texto que escrevi para a minha coluna quinzenal (e domingueira) do JT. Esse texto foi publicado no início de janeiro. Tenho certeza que ele é fruto de todas as experimentações aqui no nosso blog.

 

Segunda-feira: Empurro um carrinho de supermercado atrás da marca mais barata de xampu 2 em 1. Ao meu lado, uma garota ruiva examina os rótulos e me pergunta de um jeito etéreo:
 - Por que ainda não inventaram um xampu capaz de remover músicas tristes da cabeça?
 Em três segundos, vasculho o porão do meu cérebro atrás de uma resposta engraçada e inteligente. Não encontro nada, mas arrisco.
 - A culpa é dos carecas.
 - Sempre achei que a culpa fosse dos surdos - ela rebate.
 Estamos rindo.

 

Terça-feira: Bom, se ela me deu o número do telefone é porque tenho alguma chance. Será que eu ligo? Ensaio na frente do espelho, faço gargarejo, falo sozinho, dou um "pique no lugar", devoro um saco de pipocas de microondas e assisto uma reprise dos Simpsons. Não ligo. Tenho a maturidade emocional de um menino de 12 anos.

 

Quarta-Feira: Se eu não ligar, uma grande tragédia natural vai destruir um pequeno país do sudeste asiático. Não posso viver com essa culpa. Tomo coragem. "Telefônica informa: esse número de telefone não existe. Favor consultar..."

 

Quinta-Feira: No meu carrinho, três vinhos argentinos de doze reais cada um, uma loção após-barba, sabão em pó e aquela lasanha congelada com molho branco. Não preciso de nada disso. Só quero encontrá-la outra vez. Dou mais três voltas no supermercado e pronto. Ela continua lá, examinando os rótulos de xampu. A cena é a mesma. Só mudou a cor do cabelo. Agora, ela é morena:
 - Por que ainda não inventaram um xampu capaz de remover mulheres lindas e loucas da minha cabeça?
 Ela me olha sem surpresa:
 - Era só trocar o número 9 pelo número 6.
 - O quê?
 - O telefone que eu te dei, sabe? Era só trocar o 9 pelo 6.
 Estamos rindo.

 

Sexta-feira: Eu ligo. Cai na secretária eletrônica. Deixo um recado. O dia passa, mas ela não retorna a ligação. Tomo as três garrafas de vinho argentino sozinho e ouço uma seqüência de músicas tristes.

 

Sábado: Ela me liga. Quer me encontrar no supermercado. Na parte dos xampus. Acho estranho, mas prefiro não discutir. Às 20h, eu estou lá. Às 21h, 22h, 23h, eu continuo lá. Ela não vem... Dou uma volta no mercado. Consigo encontrá-la no corredor dos congelados. Ela não é mais ruiva, nem morena. Agora, é loira. Fico sem saber o que falar. Ela me entrega um xampu.
 - Toma, serve pra me esquecer...

 

Domingo: Passo o dia inteiro embaixo do chuveiro.

 

Gilberto Amendola, 32, é jornalista e escreve no Haja Saco às quintas-feiras"

 

Agora, nas palavras da Rita Lee...

 

"QUANDO EU ME SINTO UM POUCO REJEITADA

ME DÁ UM NÓ NA GARGANTA

CHORO ATÉ SECAR A ALMA DE TODA MÁGOA

DEPOIS EU PASSO PRÁ OUTRA

COMO MUTANTE

NO FUNDO SEMPRE SOZINHO

SEGUINDO O MEU CAMINHO

AI DE MIM QUE SOU ROMÂNTICA..."



Escrito por Elizabeth Maia às 13h02
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OI gente! Esse blog está bem abandonado, né? Ando meio ocupada. Minha mãe está em Brasília (mas não é por isso que eu não venho aqui) e eu estou morrendo de saudade do meu lindo Amazonas, das suas pessoas, dos seus artistas locais, da comida maravilhosa, do x-caboquinho (sanduíche de tucumã com queijo), do calor, da beira do rio, da minha irmã, dos meus irmãos... de tudo!

Quem vem aqui de vez em quando, sabe que de vez em quando eu coloco textos de cronistas e escritores. Hoje vou colocar um do Alê Duarte, do Haja Saco. Geralmente eu amo o que os meninos desse blog escrevem. Dá uma lida:

SAUDADE

 

Procura a palavra

embaixo da cama, dentro dos armários,

no bolso da calça, por engano nas mãos

distraídas.

Procura a palavra

entre os lençóis, na dobra do tapete,

na gaveta da geladeira, na água que desce

pelo ralo.

Procura a palavra

no meio dos livros, nas faixas dos discos

nas cenas de um filme, na memória.

Pensa na palavra.

Pensa e descobre que a palavra não é pensada.

Ela é sentida.

Respira fundo, sente a palavra.

É uma falta, é um achado.

A palavra é boa e ruim.

Só existe em uma língua.

A palavra só sente em sua língua

e na dela.

A palavra está ali

no que ele sente agora

e ele quase deseja

ter nascido em outro

idioma.

 

PLANO DE FUGA

 

Beibe,

te sigo abismo abaixo

se for preciso.

Se você não gosta da sua vida,

do seu emprego, da sua casa,

do seu mundo,

não precisa se preocupar

que eu invento um novinho em folha pra nós,

desenho num tabuleiro, ditamos as regras do jogo

e tudo seguirá do jeito que a gente quiser.

Se precisar

assalto um banco,

seqüestro um milionário,

cavo um buraco debaixo da terra,

aprendemos a respirar dentro da água

e a gente vai viver no fundo do mar.

Se você preferir

podemos morar numa loja de colchões,

troco o som ambiente por just like heaven

e a gente vive deitado e sonhando

just like a dream.

 

Alê Duarte, 30, escreve no Haja Saco às quartas-feiras.



Escrito por Elizabeth Maia às 12h50
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